Vestia preto como se fosse a um velório.
De sua boca não saía palavras.
Se olhassemos para seu rosto podíamos notar algumas lágrimas tímidas dançando verticalmente.
Em sua mão direita, carregava uma mala cheia de angústias. Na esquerda, uma carta.
À medida que aproximava-se de seu destino, as lágrimas tornavam-se cachoeiras e seu corpo inclinava-se aos soluços.
Repousou a carta na relva com uma pedra em cima para evitar que voasse.
Abraçou as angustias contra o peito e mergulhou no abismo da solidão.
Ele já estava de luto,
Ele havia perdido alguém.
Ele chorou de saudade.
Ele lamentava a morte da pessoa mais importante de sua vida: Ele.
Essencial para quem chora, quem sorri, quem está alegre ou triste. Blog que demostra sentimentos. E lógico para quem também gosta da Anahí.
sábado, 6 de maio de 2017
He
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