Assassinado!
Não morto, assassinado!
Eu o conheci, acompanhei sua vida, estava presente no seu primeiro beijo.
Sorri com ele, mas também chorei. Tive-o como um amor distante, platônico.
Quem diria que hoje estaria eu de luto por causa dessa última cena.
Malditos escritores!
Essencial para quem chora, quem sorri, quem está alegre ou triste. Blog que demostra sentimentos. E lógico para quem também gosta da Anahí.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
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